Prevenir a mastite? A Kersia-Hypred tem dicas preciosas. Confere só!

A mastite é uma velha conhecida dos rebanhos leiteiros. Esta enfermidade é uma das principais doenças que acometem estes animais e se não prevenida ou tratada corretamente, pode resultar em grandes prejuízos aos produtores. Uma coisa é certa: toda rebanho leiteiro teve, tem e terá mastite. O segredo está em reduzir os casos e os impactos econômicos que ela traz.

Mas você sabe exatamente o que é a mastite?

A mastite é uma inflamação intramamária, normalmente causada por uma infecção das glândulas, que pode inclusive ser contagiosa. Ela se apresenta em duas formas: a mastite clínica e a mastite subclínica. Na primeira, ocorrem sintomas visíveis, como febre, dor, vermelhidão nos tetos, apatia, desidratação, perda de apetite e, por consequência, perda de peso e queda na produção. O leite do animal doente também apresenta alterações, como grumos, pus e aspecto aquoso.

Nos casos subclínicos não há sintomas aparentes, apenas nota-se a queda na produção e o aumento das células somáticas no leite, de forma que a doença só pode ser diagnosticada através de testes específicos como o CMT (California Mastitis Test). A mastite subclínica, se não diagnosticada e tratada, pode evoluir para um caso clínico e, portanto, mais grave. Mas o maior prejuízo é perda na produção. Segundo a Embrapa, estudos demonstraram que um quarto mamário com mastite subclínica reduz sua produção de 25 a 42%.

Para ficar atento a ocorrência de mastites no seu rebanho, além de realizar o manejo correto e utilizar produtos de qualidade, a dica Kersia-Hypred é que o produtor conheça e esteja atento ao comportamento dos seus animais, uma vez que o primeiro sinal da mastite é a alteração no comportamento da vaca.

 

De que forma esta doença causa impacto financeiro na propriedade?

Medicamentos? Descarte do leite? Que nada! Sabia que o maior prejuízo é a queda na produção de leite? É o famoso prejuízo silencioso, pois nem sempre percebemos que a produção de algumas vacas está abaixo do normal em função da mastite. Estudos apontam que essas perdas podem representar até 75% do total. A mastite subclínica normalmente é a que mais causa prejuízo, pois pode passar uma lactação inteira sem ser detectada. Além disso, caso a doença não seja diagnosticada em tempo de ser tratada, pode resultar na perda do quarto mamário infectado e até mesmo no óbito do animal.

 

Parece sério? E é mesmo. A mastite pode prejudicar seriamente a sua produção. Porém, ela pode também ser evitada com algumas ações simples!

Primeiro, é importante você conhecer os fatores de risco: a mastite é muitas vezes causada por bactérias as quais a vaca fica exposta em ambientes com baixa higiene, conjuntos de ordenha ou outros objetos não higienizados de forma correta.

Mas além disso, muitos fatores podem gerar novos casos de mastite, como genética, idade, número de lactações e bem-estar do animal, manutenção adequada dos equipamentos, o correto tratamento das infecções, manutenção dos tetos íntegros e sem lesões, presença de casos crônicos no rebanho, entre outros.

O correto manejo de pré e pós-dipping se destacam e são essenciais para reduzir os casos de mastite.

E nisso nós também podemos te ajudar!

Pré-dipping: um processo fundamental antes da realização da ordenha. Além do teste da caneca de fundo preto e do tempo correto do manejo, é importante que o produto para pré-dipping ofereça limpeza eficiente e desinfecção dos tetos. Por isso recomendamos o Dermisan!

O Dermisan é a melhor opção para aqueles que desejam a máxima higiene dos tetos antes da ordenha ou para propriedades com alto desafio de sujidade. Com a eficácia do Dermisan, aliada às toalhas de tecido, o produto se destaca por sua higiene profunda dos tetos, das mãos do ordenhador e também das próprias toalhas após o uso na ordenha.

Contando ainda com ação contra bactérias e fungos, manejo prático, e efeito que massageia os tetos estimulando a “descida do leite”, o Dermisan é um grande aliado para uma ordenha livre de contaminações presentes nos tetos e na prevenção de novos casos de mastite. Saiba mais clicando aqui. 

 

Pós-dipping: o processo deve iniciar imediatamente após a retirada do coletor de leite. O produto deve ser aplicado de forma a cobrir no mínimo 2/3 da superfície do teto e a vaca deve, em seguida, ser mantida de pé por no mínimo 40 minutos. Nossa dica para o pós-dipping é o Filmadine!

Referência em pós-dipping no Brasil, Filmadine é pioneiro na combinação entre desinfecção e forte ação cosmética. Composto de ácido lático e lactato de dietanolamina, combate microrganismos como Staphylococcus aureusPseudomonasaeruginosaEnterococcushiraeProteusvulgaris.

Tudo isso com poder de hidratação diferenciado, que deixa a pele dos tetos macia e íntegra como nenhum outro, fazendo de Filmadine a escolha certa para rebanhos que precisam de um cuidado cosmético especial para os tetos.

Chuva? Barro? Lama? Ambientes desafiadores? Seu persistente e resistente efeito barreira faz do Filmadine a escolha ideal. Saiba mais clicando aqui.  

 Quer mais algumas dicas?

– Atenção também para a higiene das instalações. A limpeza de cochos, pisos e contenções são também muito importantes na prevenção da mastite e de outras doenças que podem acometer os animais.

– A higiene dos equipamentos e utensílios utilizados na ordenha também merecem total atenção. Clique aqui e conheça os produtos que podem te ajudar nisso! 

– Os profissionais que atuam junto ao rebanho também devem estar atentos para alguns cuidados, como lavar bem as mãos e usar roupas limpas, de preferência exclusivas para este trabalho.

– Caso algum animal apresente mastite, ele deve ser separado dos demais e ser ordenhado com cuidados especiais. Faça primeiro a ordenha dos animais saudáveis, por último do doente. Não se esqueça de sempre limpar e sanitizar os equipamentos envolvidos na ordenha de vacas com mastite. Isto evita o risco de contaminação cruzada, entre os quartos mamários e entre vacas.

– Alimente as vacas logo após a ordenha, pois é importante que permaneçam de pé por pelo menos 1 hora após a ordenha, já que o esfíncter do teto necessita desse tempo mínimo para total fechamento e assim proteger o úbere de contaminantes presentes ambiente.

Quer saber mais sobre como manter o seu rebanho saudável e a sua produção em constante crescimento? Então vem acompanhar a Kersia-Hypred também das redes sociais! Segue a gente lá no Facebook.com/kersiahypred e no Instagram @kersiahypred.

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