As Instruções Normativas 76 e 77 vão trazer algumas novidades para a cadeia produtiva do leite, da produção à etapa final de industrialização. Elas foram publicadas em novembro de 2018, mas passarão a vigorar entre o final de maio e o começo de junho de 2019.

E você já está por dentro de como as IN impactam na sua produção?

Então confira nosso guia rápido:

– Para o leite cru refrigerado, a média geométrica trimestral para contagem bacteriana total (CBT) seguem iguais, sem ultrapassar 300 mil UFC/mL para análises individuais de cada resfriador/produtor, com frequência mensal. Porém, a CBT máxima antes do beneficiamento deve ser 900 mil UFC/mL. Para leite cru refrigerado tipo A também se mantém os 10 mil UFC/mL, mas com alterações na periodicidade das análises, as quais devem der quinzenais.

– Para a contagem de células somáticas (CCS), a média geométrica trimestral máxima também se mantém, com média geométrica trimestral máxima de 500 mil céls/mL para leite cru refrigerado e análises mensais. Para leite cru refrigerado tipo A, a média geométrica trimestral máxima de 400 mil céls/mL é estabelecido, também com análises quinzenais.

– Outra mudança é no detalhamento dos programas de autocontrole, os PAC. Conforme a IN 77, os PAC precisam abordar o estado sanitário do rebanho, planos para a qualificação dos fornecedores de leite, programas de seleção e capacitação de transportadores, sistemas de cadastro dos transportadores e produtores, inclusive com georreferenciamento.

– A IN 77 também regulamenta que os PAC devem descrever todos os procedimentos de coleta, transvase e higienização dos tanques isotérmicos, caminhões, mangueiras e outros usados na coleta e transporte do leite até a indústria de processamento.

– Sobre o armazenamento do leite na propriedade, a IN 77 (e também o novo RIISPOA) determinam que o leite deve ser coado antes de ir para o resfriador.

– Resfriadores de imersão não serão mais permitidos. A IN 77 permite apenas resfriadores de expansão direta e/ou os resfriadores à placas.

– As condições de armazenamento seguem as mesmas: temperatura máxima de 4oC por até 48h. Os sistemas de refrigeração devem atingir 4oC em até 3h.

– Para o transporte a granel, as condições permanecem: é válido o acréscimo de 3oC até a recepção na indústria, onde a temperatura máxima deve ser 7oC. Apenas para casos excepcionais, como desastres naturais, obstrução de estradas ou situação que fuja do cotidiano, a temperatura no recebimento poderá ser de até 9oC.

– Leite sem refrigeração pode ser entregue no máximo em até 2h após a ordenha.

– A IN 77 também fala sobre a rastreabilidade: antes do leite ir para o caminhão tanque, uma amostra deve ser coletada em cada produtor/resfriador, identificada e conservada até a chegada no laticínio.

Confira as INs na íntegra: IN 77/2018 e IN 76/2018.

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